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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Comportamento Animal

Cães inclinando a cabeça: um gesto de atenção comprovado por estudo

Um estudo publicado na revista *Animal Cognition* sugere que a inclinação da cabeça dos cães ao ouvir palavras é um sinal de atenção reforçada, em vez de apenas um comportamento de coleta de informações. Analisando 40 cães, os pesquisadores perceberam que apenas os 'aprendizes dotados de palavras', especialmente da raça border collie, inclinavam a cabeça com frequência ao reconhecer termos. Esse gesto pode indicar um processamento cognitivo e uma maior concentração, não sendo apenas uma resposta a estímulos visuais ou auditivos. Essa pesquisa propõe uma exploração mais profunda sobre o significado desse comportamento canino.

Dinossauro mancando? Pegadas fossilizadas revelam comportamento impressionante

Cientistas descobriram pegadas fossilizadas de um dinossauro saurópode no Colorado, formando uma trilha inusitada há 150 milhões de anos. O estudo revelado na revista Geomatics destaca uma curvatura fechada de 95,5 metros de extensão, levantando a hipótese de que o dinossauro caminhava mancando. Análises detalhadas do padrão de passo indicaram uma diferença de até 10 centímetros entre os lados, o que sugere um possível problema de locomoção. Estrategicamente, drones foram utilizados para capturar imagens, permitindo a criação de um modelo 3D que proporciona como resultado, insights sobre o comportamento do animal na época.

Cientistas revelam que o primeiro beijo aconteceu há 21 milhões de anos

Pesquisadores do Reino Unido e Estados Unidos descobriram que o beijo na boca surgiu há 21 milhões de anos, provavelmente entre os ancestrais comuns de humanos e grandes símios, como gorilas e chimpanzés. O estudo sugere que os neandertais, parentes próximos dos humanos, também se beijavam. Apesar do beijo não oferecer benefícios de sobrevivência evidentes, é um comportamento comum entre diversas espécies. A definição científica de beijo foi adotada para identificar comportamentos similares em animais como lobos e ursos polares, mas ainda não se sabe o motivo de sua evolução, levantando questões sobre saúde e intimidade entre parceiros.

Descubra como a lua cheia impacta a natureza e o comportamento animal

Neste sábado, dia 8, a Lua alcançará a fase cheia, onde seu disco ficará totalmente iluminado pela luz solar. O ciclo lunar, conhecido como mês sinódico, dura em média 29,5 dias, com suas principais fases se alternando. Essa fase cheia é marcada por um aumento nas marés, chamadas marés vivas, que apresentam diferenças significativas entre a maré alta e a baixa. Embora a Lua influencie os padrões de comportamento de diversas espécies animais, não há evidências de que suas fases impactem o corpo humano, humor ou saúde das pessoas, segundo estudos científicos.

Lua crescente ilumina o céu nesta quinta-feira

A fase crescente da Lua ocorrerá nesta quinta-feira, 30 de outubro de 2025, quando a iluminação do satélite irá aumentar gradualmente. Este estágio do ciclo lunar acontece após a lua nova e precede a cheia, durante o qual a Lua se afasta do alinhamento com o Sol. As marés também são fortemente influenciadas pela gravidade lunar, e durante a fase crescente, ocorrem as chamadas marés vivas. Observações científicas destacam que criaturas marinhas e animais noturnos alteram seu comportamento em resposta à luminosidade da Lua crescente, tornando-a um período significativo.

Bagres-abelha surpreendem ao escalar cachoeiras no Brasil

Uma nova descoberta surpreendeu cientistas ao registrar pequenos bagres-abelha do Mato Grosso do Sul escalando cachoeiras de até quatro metros. Este fenômeno, testemunhado pela Polícia Militar Ambiental em novembro de 2024, levou zoólogos da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul a investigar o comportamento migratório da espécie rara Rhyacoglanis paranensis. O estudo revelou uma técnica de escalada coordenada, que envolve natação forte, pausas e sucção com as nadadeiras peitorais. Embora a escalada por peixes não seja inédita, essa adaptação única dos bagres-abelha desafia a compreensão atual sobre a biologia e migração dos peixes pequenos.

Lua nova cria mistério no céu; veja o que isso significa!

A Lua está em fase nova nesta sexta-feira, 26 de setembro de 2025, tornando-se invisível da Terra devido ao seu alinhamento com o Sol. Isso ocorre quando a face iluminada da Lua fica voltada para o Sol, enquanto a parte escura é a que observamos. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar, que durará em média 29,5 dias. Durante esse período, fenômenos como as marés vivas ocorrem, influenciando também o comportamento animal. Embora não possua efeito perceptível sobre os humanos, a fase nova é essencial para a sincronia das espécies.

Como se proteger de tubarões: especialistas explicam cuidados importantes

Especialistas alertam que evitar ataques de tubarão requer entendimento dos comportamentos desses animais, além de desmistificar informações errôneas que aumentam o medo. Tubarões não veem humanos como presas, preferindo focas e leões-marinhos. Recomendações incluem evitar águas com iscas, manter contato visual e estar atentos a sinais de alerta. A crescente popularidade de imagens nas redes sociais pode criar a falsa impressão de segurança, levando a comportamentos de risco. Por fim, a verdadeira ameaça recai sobre os tubarões, cujas populações enfrentam sérios perigos devido à pesca predatória e à degradação de seus habitats naturais.

Adeus a Kanzi: o bonobo que quebrou barreiras da comunicação

Kanzi, um bonobo conhecido por sua habilidade de comunicação através de símbolos, faleceu repentinamente aos 44 anos, no dia 18 de fevereiro, no Ape Conservation and Cognition Initiative, em Iowa. Desde jovem, demonstrou um vocabulário de aproximadamente 3 mil palavras e a capacidade de criar frases novas. Kanzi foi criado no Language Research Center da Universidade da Geórgia, onde inicialmente sua mãe adotiva, Matata, tentava aprender a se comunicar. Sua morte, aparentemente sem sinais de desconforto, está sob investigação quanto à causa, enquanto muitos celebram suas contribuições à compreensão entre humanos e primatas.

Imagens revelam segredos inéditos sobre ursos-de-óculos na natureza

Cientistas acompanharam ursos-de-óculos na América Andina por quatro meses usando câmeras acopladas, revelando comportamentos alimentares e sexuais inéditos. As imagens mostraram o urso chamado Chris consumindo uma variedade de alimentos, incluindo uma planta urtiga e um filhote de urso, sugerindo um possível infanticídio. Além disso, capturaram momentos de acasalamento e socialização com uma fêmea. Esse estudo é fundamental para compreender melhor a espécie, que é vulnerável à extinção, contribuindo para iniciativas de conservação e conscientização local por meio de exibições de vídeo em festivais e escolas para proteger seu habitat.

Cientistas revelam segredos de ursos-de-óculos com câmeras de acompanhamento

Cientistas da Asociación para la Conservación de la Cuenca Amazónica realizaram um experimento inédito com ursos-de-óculos nas florestas da América Andina. Usando uma câmera acoplada a um urso chamado Chris, os pesquisadores capturaram imagens por quatro meses, revelando comportamentos alimentares e sexuais pouco conhecidos. As filmagens documentaram a dieta do urso, que incluiu até infanticídio, além de registros de interação social com uma fêmea. Esses dados são cruciais para a conservação da espécie, considerada vulnerável à extinção. O projeto visa conscientizar sobre a importância da preservação desse animal e seu habitat.

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